Construindo aplicações Web e Desktop com BlazeDS e AMF

sábado, 14/06/2008 2:02 am  

AdobeFlex_BlazeDS

Aplicações que executam no desktop através do Adobe AIR ou no web browser através do Flash Player usualmente que se conectam a um servidor de onde manipulam as informações. Desenvolvedores constroem suas aplicações para se comunicar com tais servidores. Estes servidores por sua vez podem estar com um back-end Java, ColdFusion, .NET, PHP, Ruby ou um número considerável de outras tecnologias para a aplicação no lado do servidor.


Como atualmente temos tecnologias bem consolidadas para o server-side, isto não nos preocupa muito quando vamos trabalhar, mas para essa novas tecnologias Web 2.0 & RIA, onde no client-side teremos uma aplicação executando sobre o Flash Player (Adobe Flex) ou mesmo uma aplicação desktop em Adobe AIR, precisamos ter em mente que há a necessidade de real garantia de comunicação entre client-side e server-side ( a velocidade da banda do usuário também é um fator a ser considerado, conexões como discada irá funcionar, mas não queria ou pense que a performance da aplicação será muito boa… )


Usualmente a comunicação nesse modelo de aplicações ocorre sobre HTTP, protocolo de comunicação utilizado pelo web browser para ler as páginas e respectivas aplicações Web. Mas há uma diferença em como essas informações são transportadas no HTTP, dependendo da forma realizada, se mal planejada e projetada pode impactar drasticamente na performance e produtividade da aplicação.


Muitas aplicações que rodam em Adobe AIR ou Flash Player usam XML sobre HTTP, em outras palavras o conteúdo transportado em uma resquisição HTTP é um XML, algo que pode ser visto como ocorre no SOAP (Web Services) e nos demais meios de comunicação que utilizam o protocolo HTTP para enviar/receber dados entre cliente e servidor. Este método é simples e de longe o mais fáciil para ser utilizado e implementado. Qualquer tecnologia para servidor (Java, .Net, etc) pode facilmente “falar” em XML, como se fosse um protocolo baseado em texto.


XML é perfeito quando se precisa de um protocolo com transparência. Para um exemplo rápido os serviços web do Flickr é baseado em XML sobre HTTP. O que possibilita ao desenvolvedor utilizar qualquer tecnologia de sua preferência para interagir com o Flickr de modo realmente facil e rápido, onde são enviado requisições em modo “texto” ao Flickr e este responde com um XML, o que possibilita ao desenvolvedor uma fácil leitura/acesso as informações retornadas pelo Flickr.


Um lado ruim nesse formato baseado em texto como o XML é a necessidade de uma camada de abstração, usualmente sendo esta desenvolvida pelo desenvolvedor da aplicação e tendo que ser atualizada pelo meno. Adicionalmente esta camada a mais acaba consumindo mais recursos do lado do servidor e do lado do cliente quando as informações forem serializadas e deserializadas.


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